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CHAMADA SOBRE AMAZÔNIA

 

Prez@dos autores, o processo de avaliação “duplo-cegas” não foi finalizado. Cada autor será notificado com o resultado da avaliação. 

Att.,

Wesley Medeiros

 

 
Publicado: 2017-07-17
 

QUALIS - B2 E B3

 

A primeira avaliação da CAPES atribuiu QUALIS B3 na área de Planejamento Urbano e Regional e B2 na área interdisciplinar. 

Outras áreas podem se consultadas no link: qualis.capes.gov.br

 
Publicado: 2017-04-23
 

Chamada de Trabalhos – v.5, n2, 2017

 

Processos Contemporâneos de Urbanização do bioma amazônico

Editor convidado: José Aldemir de Oliveira (UFAM)

O estudo de cidades é uma longa tradição na academia brasileira. Tanto nas áreas de planejamento, arquitetura e geografia quanto nas demais ciências sociais. Apesar destes esforços ainda há lacunas em termos teóricos e metodológicos para se compreender a relação entre o processo contemporâneo de urbanização, a diversidade de cidades, os projetos de desenvolvimento e a conservação dos recursos naturais no bioma amazônico. Com a consolidação dos programas de pós-graduação nas universidades na Amazônia, em especial na área de geografia, mudou-se a forma com a qual se estuda e compreende as cidades. Muito progresso foi feito e a análise das cidades e do urbano no bioma deixou a escala regional para entrar na escala da cidade e das redes urbanas. Por outro lado é necessário compreender as interfaces e os processos da urbanização nos países amazônicos daí a necessidade de se ampliar a discussão para pesquisadores de outros países.

Esse esforço teórico e metodológico para se compreender as cidades e o urbano a partir do olhar “interno” e não na escala do regional, com rápidas visitas a campo ou somente com dados secundários coletados nos bancos de dados disponíveis, fomentou novas leituras e entendimentos sobre o tema. Pode-se dizer que teve início a formação de um pensamento geográfico sobre o processo de urbanização e a diversidade de cidades localizadas no bioma.

Claramente estes estudos apontam para uma diversidade de cidades. Cidades médias e sua inserção na complexa dinâmica do agronegócio como Santarém e Marabá, no estado do Pará, cidades da fronteira como Tabatinga e Benjamin Constant no Amazonas e temas como o uso dos recursos naturais e a economia regional, habitação nas cidades médias e pequenas, relações intrinsecas com as rodovias e com o sistema hidrológico, segregação socioespacial, saúde, turismo, cultura urbana e demais temas clássicos dos estudos urbanos. Neste conjunto de estudos percebe-se um esforço de construção teórica e metodológica visando compreender a realidade urbana na Amazônia e relaciona-lá com os processos de urbanização na escala nacional.

 Neste sentido, este volume da Revista Políticas Públicas & Cidades abre o debate acerca da produção do conhecimento sobre a cidade e o urbano no bioma amazônico, compreensão dos processos em curso, as lacunas ainda existentes e as possibilidades para o estudos e pesquisas. Convidamos pesquisadores  para submeterem trabalhos que apresentem aspectos teóricos e metodológicos inovadores no campo dos estudos urbanos e que discutam como o processo contemporâneo de urbanização na Pan-Amazônia permite compreender o processo mais amplo de urbanização no Brasil e na América do Sul.

Encoraja-se a submissão de trabalhos que investiguem essas relações e que se enquadrem em uma das seguintes categorias:

i) Trabalhos de natureza empírica, que forneçam evidências que suportem ou contradigam hipóteses formuladas sobre o tema;

ii) Trabalhos de natureza empírica, que forneçam evidências que suportem ou contradigam hipóteses formuladas sobre o tema;

iii) Ensaios teóricos, sem a obrigatoriedade de resultados empíricos, desde que tragam novos entendimentos sobre questões relevantes e permitam fazer avançar o conhecimento sobre o tema;

iv) Revisões sistemáticas de literatura construídas segundo uma metodologia clara e exaustiva na abrangência dos resultados já produzidos pela literatura nacional e internacional, discutindo-os e situando-os em relação ao campo do conhecimento.

Calendário proposto:

Data de submissão: 16 de abril

Avaliação pelos editores: 16 a 23 de abril 

Envio aos avaliadores: 25 a 30 de abril

Retorno dos avaliadores: 15 de junho 

Envio dos pareceres aos autores: 02 a 09 de julho

Retorno dos autores: 30 de julho

Processo editorial para publicação: 01 a 06 de agosto

Publicação: 31 de agosto 

Informações: revistappc@gmail.com

Autores devem:

i) seguir as normas de submissão da revista na página SOBRE

Att.,

José Aldemir de Oliveira - editor convidado

Wesley Medeiros - editor-chefe 

 
Publicado: 2017-01-24
 

CHAMADA DE TRABALHOS (v. 05, n.1, 2017)

 

Tendências recentes de Ubanização no Nordeste brasileiro

A Comissão Editorial da Revista Políticas & Cidades e o editor deste número (v. 5, n. 1, 2017) convidam pesquisadores a submeter trabalhos para composição do dossiê.

Editor convidado: Prof. Jan Bitoun (Geografia – UFPE)

Submissão: foi alterado de 06/02/2017 para 23 de fevereiro de 2017

Para tratar da urbanização, no âmbito regional, precisa ultrapassar os limites das cidades. Concorda-se com Brenner (2014, p.16) que na contemporaneidade “a diferença espacial já não assume a forma de uma divisão entre o urbano e o rural, mas se articula mediante uma explosão de padrões e potenciais de desenvolvimento dentro de um tecido de urbanização mundial que se engrossa (mesmo que de uma maneira desigual). ”

Na Região Nordeste, onde a população rural é muito importante e apresenta elevados índices de pobreza (também presentes nos quadros urbanos) em ambientes variados (diversas feições do Semiárido, Cerrados, Mata de Cocais, Litoral, Áreas de plantation de cana-de-açúcar e de cacau) o estudo das tendências recentes de urbanização remete a diversos padrões e potenciais de desenvolvimento, seja pela via da expansão do agronegócio seja pela via do fortalecimento da agricultura familiar. Constata-se então que a urbanização:

“(...) assumirá significados distintos, se em sua incidência sobre o mundo rural reforçar um ou outro desses projetos: a imposição, em nome da modernização da agricultura, dos padrões dominantes de trabalho, produção e consumo, que reitera a grande propriedade como o modelo ideal de empresa rural ou, inversamente, a implantação de uma modernização rural, pela qual os habitantes do campo tenham assegurado o acesso aos bens e serviços socialmente necessários e possam participar como protagonistas da gestão desse mesmo acesso” (WANDERLEY; FAVARETO, 2013, p. 441).

Desde os anos 90, Tânia Bacelar de Araújo, explicou no texto Nordeste, Nordestes: Que Nordestes? (2000) que se buscou “avançar na percepção das diferenciações existentes dentro da própria região Nordeste, destacando-se os novos subespaços dinâmicos, as diferentes trajetórias estaduais e metropolitanas, e os focos de resistência a mudanças.”

Cabe então aos estudiosos das tendências da urbanização e das cidades na região, proponentes de artigos, identificar em diversos escalas da rede urbana[1] quais foram as tendências de transformação dessas cidades (seja em estudo de uma cidade, seja em estudo de um conjunto de cidades) considerando uma ou várias dessas mudanças recentes que, além de expandirem os limites das cidades fortalecerem suas articulações com espaços regionais e rurais:

- Nos padrões migratórios e de deslocamentos pendulares que, respectivamente, apontam para o crescimento das migrações no âmbito da própria região, ocorrendo também em algumas partes a atração de pessoas qualificadas de fora da região, e para a constituição de aglomerações urbanas, inclusive fora das áreas metropolitanas. (FUSCO, OJIMA, 2014).

- Nos padrões de consumo e de acesso a bens e serviços (entre esses destacam-se os serviços de ensino e saúde); na primeira década do século XXI, houve aumento da renda sob o efeito da elevação do salário mínimo e das transferências sociais e empreendimentos comerciais e de serviços implantaram-se em cidades fortalecendo suas centralidades em relação ás suas respectivas regiões.

- Na produção imobiliária para habitação, destacando-se os segmentos de produção informal, de produção empresarial e de produção estatal (com a generalização do programa Minha Casa Minha Vida) gerando novos padrões de segregação espacial e de necessidade de mobilidade; destaca-se também a importância da produção de empreendimentos imobiliários de segundas residências e de turismo e lazer nos arredores das cidades.

- Na implantação de novos empreendimentos industriais, agroindustriais, canteiros de obras públicas e exploração mineral, na oferta de novos postos de trabalho e na estrutura econômica e de poder de cidades impactadas por esses empreendimentos.

Considerando essas tendências de transformação das cidades, aponta-se com Fernandes (In BITOUN, J.; MIRANDA, L. 2008) que, pensar o urbano na sua dimensão regional significa compreender a cidade como um fator de distribuição de infraestruturas, serviços públicos, qualidade de vida e oportunidades para a população no território.

Seria interessante, nesse contexto regional que aponta para generalização do movimento de urbanização, que os artigos registrem inovações, quando existirem, sejam elas oriundas de entidades da sociedade civil ou de políticas públicas, tratando:

- Das possibilidades da participação no planejamento e na gestão urbanos, tanto no que se refere aos instrumentos normativos, tais como os Planos Diretores e Leis de Uso e Ocupação do Solo, como em programas e projetos, inclusive de edificações e infraestruturas envolvendo engenharia e arquitetura adaptadas às características da demanda.

-  Das possibilidades de redução das desigualdades e ampliação de oportunidades para os segmentos historicamente desprovidos de poderes no ambiente político local, destacando-se, entre outras oportunidades decorrentes da diversidade cultural, da promoção de empreendimentos e de ações afirmativas.

- Das iniciativas relacionadas à conservação do ambiente físico-natural sobre o qual está assentado a cidade, especialmente os recursos hídricos, além das políticas de redução de riscos no âmbito de espaços urbanos expandidos.

 

Referências

ARAUJO, T. B. Nordeste, Nordestes: que Nordeste? In: Ensaios sobre o desenvolvimento brasileiro: heranças e urgências. Rio de Janeiro: Revan: Observatório das Metrópoles, 2000.

BITOUN, J.; MIRANDA, L. Desenvolvimento e cidades no Brasil: Contribuição para o Debate sobre as Políticas Territoriais. Recife: Observatório das Metrópoles, FASE, 2008.

BRENNER, N. Teses sobre a urbanização. E-metropolis, n.19, ano 5, dez., 2014, p.6-26.

FUSCO, Wilson; OJIMA, Ricardo (Orgs.). Migrações Nordestinas no Século 21 um panorama recente. Ed. Blucher: São Paulo, 2014.

IBGE. Diretoria de Geociências. Coordenação de Geografia. Regiões de influência das cidades 2007. Rio de Janeiro, IBGE, 2008.

IBGE. Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia. Divisão Urbano Regional 2010. Rio de Janeiro, IBGE, 2013.

WANDERLEY, M. N. B.; FAVARETO, A. A singularidade do rural brasileiro: implicações para as tipologias territoriais e a elaboração de políticas públicas. In MIRANDA, C., SILVA, H. (Orgs.). Concepções da ruralidade contemporânea: as singularidades brasileiras. Brasília: IICA, 2013. (Série Desenvolvimento Rural Sustentável; v.21), p. 413-472.



[1] Segundo a terminologia adotada pelo IBGE na publicação Regiões de Influência das Cidades 2007 – REGIC (IBGE, 2008): centros locais, centros de zona, centros sub-regionais, capitais regionais e metrópoles; e, segundo a terminologia adotada pelo IBGE na publicação Divisão Urbano Regional 2010 (IBGE, 2013): Centros de Regiões de Articulação Imediata, Centros de Regiões de Articulação Intermediária e Centros de Regiões de Articulação Ampliada.

DIRETRIZES PARA SUBMISSÃO: http://periodico.revistappc.com/index.php/RPPC/about/submissions#authorGuidelines

Atenciosamente,

 Jan Bitoun (Geografia - UFPE) Editor Convidado

 Wesley Medeiros - Editor responsável pela PP&C

 
Publicado: 2016-08-19
 

CHAMADA DE TRABALHOS

 

A cidade como trama da vida cotidiana:

a (r)evolução de Jane Jacobs

 A Comissão Editorial da Revista Políticas & Cidades e o editor deste número temático convidam pesquisadores a submeter trabalhos para o dossiê temático "A cidade como trama da vida cotidiana: a (r)evolução de Jane Jacobs".

No ano de 2016, celebramos os 100 anos de nascimento da teórica mais importante da disciplina de Estudos Urbanos, Jane Jacobs.

Derivadas de uma capacidade aguda de observação e atenção ao cotidiano e de uma habilidade singular para capturar as relações sócio-espaciais complexas que subjazem a vida urbana – e traduzi-las em linguagem simples – as proposições de Jacobs tampouco minimizaram seu potencial de polêmica. Ela foi a teórica de maior impacto nos Estudos Urbanos no século XX. Suas ideias mudaram a disciplina e suas hipóteses têm sido em ampla medida corroboradas por estudos empíricos sistemáticos – no exterior e no Brasil. Jacobs também teve impacto considerável na geografia econômica, área na qual há até mesmo um fenômeno com seu nome (as “externalidades Jacobs”, os efeitos positivos gerados pelas trocas entre setores distintos da economia). Entre os teóricos urbanos, Jane Jacobs é a única a rivalizar em número de citações com gigantes das disciplinas sócio-espaciais, como David Harvey e Henri Lefebvre.

A abordagem jacobsiana segue com potencial sentido também em nossa realidade: parece oferecer subsídios para pensarmos a diluição da forma urbana em tipologias desconectadas de seus contextos; a aparente diluição correspondente na vitalidade de nossas cidades; possíveis tendências de fragmentação política, invisibilização de alteridades e de luta por reconhecimento de campos sociais e suas expressões no urbano.

Para discutir essas questões em nosso contexto – e, no melhor espírito jacobsiano, revisar criticamente e buscar a expansão de suas ideias – a Revista Políticas & Cidades faz ampla chamada para artigos focados em temáticas contemporâneas – da reflexão social e econômica sobre a vida de cidades e regiões à ação política em campos urbanos tensionados.

OBJETIVOS da Edição especial

  • Estimular o uso e expansão das ideias de Jacobs, sobretudo em direções (i) teóricas, de modo a explorar uma visão sistêmica sobre a complexidade do urbano; (ii) substantivas, de modo a expandir a visão das relações sócio-espaciais em jogo na cidade; (iii) empíricas, de modo a aproximá-la do contexto brasileiro, e checar as adequações e limitações de suas teorias nesse sentido.
  • Estimular o cruzamento entre abordagens e imaginações sociológicas, espaciais e etnográficas.
  • Estimular o pensamento bottom-up, em trabalhos capazes de evocar o tecido frágil das interações cotidianas, incluindo as tramas dos campos sociais, baseados em gênero, faixa etária (como crianças e a cidade) e diferentes orientações, bem como as redes da trocas microeconômicas e suas espacialidades.
  • Explorar as implicações políticas das proposições e atividades de Jacobs – também em nosso contexto.
  • Encorajar o contato e utilização de toda a extensão da obra de Jacobs –  para além do seu livro publicado no Brasil, Morte e Vida das Grandes Cidades. Talvez três fases in continuum possam ser distinguidas em seus trabalhos: a atenção ao universo social e político intraurbano; a atenção à gênese regional e ao papel econômico das cidades; e a reflexão mais ampla sobre sociedades e cultura (veja lista de trabalhos abaixo).

TEMAS

A chamada é especialmente voltada para os seguintes temas, entre outros de interesse:

  • Forma urbana e arquitetura como condições para a vida social: a relação entre forma arquitetônica, forma urbana e vida no espaço público; espaço e lugares urbanos como expressão de diferentes campos e grupos sociais.
  • Apropriação do espaço público, segurança natural e novas visões de urbanidade.
  • Política do cotidiano e cidade: as condições urbanas para a expressão política.
  • Diversidade urbana, a vida de bairros e cidades: condições espaciais para a materialização das redes da microeconomia: trocas intermediárias e finais; os entrelaces do social e do econômico na escala local e na escala urbana.
  • O papel da diversidade na microeconomia: as externalidades ou “economias Jacobs” na geografia econômica; cultura, e cidades criativas; prosperidade e decadência urbana; processos de gentrificação e as lacunas da teoria jacobsiana; as forças que levaram à invenção das cidades e sua morfologia particular.
  • Jacobs e o diagnóstico da cultura: a produção tardia da autora; a visão sistêmica sobre sociedade, economia e cidade; contextos de crise e “tempos sombrios à frente” (veja bibliografia abaixo)
  • Jacobs e a realidade brasileira: relações, dificuldades e possibilidades de exploração das abordagens e da temática jacobsiana em nosso contexto.

Os trabalhos devem devem dialogar com os temas da literatura Jacobsiana (veja bibliografia abaixo) e também com os conceitos Jacobsianos - lembrando que eles se estendem de uma visão das condições materiais da vida cotidiana até as redes microeconômicas e políticas que se materializam na cidade, mas que a transcendem em outras escalas.

Este diálogo pode envolver a incursão em conceitos, comparações e confrontos com outras abordagens, bem como a exploração de divergências e de possibilidades de avanço da abordagem em novas direções, tanto conceituais quanto substantivas.

SUBMISSÕES

Prazo para submissão de trabalhos: 20 de agosto de 2016.

As submissões serão recebidas pelo portal da Revista PP&C.

Para consultar as normas de publicação, acesse nosso portal:

http://periodico.revistappc.com/index.php/ppc/about/submissions#authorGuidelines

Para maiores informações, entre em contato com a o editor da revista: revistappc@gmail.com

Atenciosamente, 

Vinicius M Netto (UFF) Editor Convidado 

Wesley Medeiros - Editor responsavél pela Revista PP&C

 

BIBLIOGRAFIA JACOBSIANA

Trabalhos de autoria de Jacobs sobre a questão urbana

Em português: Morte e Vida das Grandes Cidades

“Downtown is for People” (1958) Fortune Classic. http://fortune.com/2011/09/18/downtown-is-for-people-fortune-classic-1958/

The Death and Life of Great American Cities (1961)

The Economy of Cities (1969)

The Question of Separatism: Quebec and the Struggle over Sovereignty (1980)

Cities and the Wealth of Nations (1985)

Systems of Survival: A Dialogue on the Moral Foundations of Commerce and Politics (1992)

The Nature of Economies (2000)

Dark Age Ahead (2004)

 

Alguns trabalhos debatendo ideias de Jacobs em Estudos Urbanos

Nadai et al (2016) “The death and life of great italian cities - a mobile phone data perspective”. WWW 2016, April 11–15, Canada.

Netto, V.M.; Vargas, J.C.; Saboya, R.T. (2012) “(Buscando) Os efeitos sociais da morfologia arquitetônica.” Urbe – Revista Brasileira de Gestão Urbana, v. 4, n. 2.

Netto, V.M. (2014) Cidade & Sociedade: As Tramas da Prática e seus Espaços. Editora Sulina: Porto Alegre. Capítulo 8 “Os efeitos sociais da arquitetura”

Saboya, R. T., Netto, V. M. and Vargas, J. C. 2015. “Fatores morfológicos da vitalidade urbana. Uma investigação sobre o tipo arquitetônico e seus efeitos.” Arquitextos, 180.02, online.

Schmidt, C. G. (1977) "Influence of land use diversity upon neighborhood success: an analysis of Jacobs' theory".  The Annals of Regional Science, Volume 11, Issue 1, pp 53-65

Weicher, J. C. (1973), "A Test of Jane Jacob's Theory of Successful Neighborhoods." Journal of Regional Science, Vol. 13, No. 1, pp. 29-40.

Wessel, T. (2009): “Does diversity in urban space enhance intergroup contact and tolerance?” Geografiska Annaler: Series B, Human Geography 91 (1): 5–17.

 

Alguns trabalhos debatendo ideias de Jacobs em Economia Urbana

Florida, R.; Mellander, C.; Stolarick, K. (2011) “Geographies of scope: an empirical analysis of entertainment, 1970–2000” Journal of Economic Geography (2011) pp. 1–22

Frenken, K.; Oort, F.; Verburg, T. (2007) “Related variety, unrelated variety and regional economic growth” Regional Studies 41(5) 685-697.

Glaeser, E. L.; Kallal, H.D.; Schinkmann, J.A.;and Shleifer, A. (1992) Growth in cities. Journal of Political Economy  100, 1126–52.

Gordon, P.; Ikeda, S. (2011) Does density matter? In D. Andersson; A. Andersson; Mellander, C. (eds.) Handbook of Creative Cities. [S.l.] Cheltenham, Edward Elgar Pub.

Nakamura, R. (2008) “Changes in Agglomeration Economies and Linkage Externalities for Japanese Urban Manufacturing Industries: 1990 and 2000.” RIETI Discussion paper.

Netto, V.M. (2014) Cidade & Sociedade: As Tramas da Prática e seus Espaços. Editora Sulina: Porto Alegre. Capítulo 10 “A materialidade da interação econômica”.

Panne, G. (2004) “Agglomeration externalities: Marshall versus Jacobs.” Journal of Evolutionary Economics 14, 593-604.

Rosenthal, S.; Strange, W. (2004) “Evidence on the nature and sources of agglomeration economies.” In: Henderson, J.V.; Thisse J.-F. (Org). Handbook of Urban and Regional Economics.  New York: North Holland, 4, 2.119-2.171.

 
Publicado: 2016-06-02
 
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